quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A poesia não precisa de história, precisa de histeria

Ontem, mais um dia de labuta no consultório. Um amigo (que vou chamar de P.) me confessou um "pecadinho". Ele me disse que tinha namorado um menino. Mas olha: a história não convenceu. Perguntas diretas merecem respostas diretas. Em outras palavras, poetas de palavra não se dão bem com a verdade.

Mesmo assim, como prometido, deixo aqui o meu diagnóstico. Não costumo mentir, me comprometi e espero ser útil.

A conversa

P. revelou que era bi (bissexual, que curte meninos e meninas). Fiquei muito animada com a história, em princípio. Adoro gente que extrapola nos prazeres. Hedonismo é comigo mesmo! ;-)

Como tínhamos acabado de nos conhecer, praticamente, enquanto ele pedia meu telefone eu quis saber se ele também escrevia, se tinha blog, etc e tal. Gosto de saber dos antecedentes dos meus "pacientes".

PAUSA: Antes de ir adiante, digo logo: quase não dou meu telefone pra ninguém

Ele disse que tinha sim, era um blog de poesia. Pedi para ler e ele negou. Comecei a suspeitar da mentira. Bem, tentei ir adiante no papo e daí ele fez um convite que eu tinha achado no mínimo bizarro: participar de um filme que um amigo dele estava produzindo. Oi? Não se fazem mais cantadas como antigamente...

Gente, para ter minha amizade basta ser verdadeiro, basta ir direto ao ponto. Não gosto de rodeios. Sou uma mulher, não um fliperama.

Depois dessa, preferi ir dormir. Espero que eu esteja enganada e que a poesia dele seja honesta, para outras.




O próximo post já está encomendado

F. me contou uma história com a ex. Foi assustador! A menina não gostava de prazer (eu entendi assim) e, supus, é uma frígida. Eles já terminaram e dei alguns conselhos que sintetizarei aqui. Acho que muitos vão gostar também.

Até!

Nenhum comentário:

Postar um comentário